Se tentares tocar-me, olhar-me ou sequer passar a dez metros de distância de mim, não irei atirar-te com bebida, nem dar-te um estalo. Sabes qual é a sensação de te cortarem aos bocadinhos, fritarem numa panela cheia de óleo a ferver e darem de comer a cães que não comem há dias?
"Multiplica pelo infinito, leva ás profundezas da eternidade e terás um vislumbre do que te digo."
De que é que vale não correr riscos e não viver, na sua totalidade como se não houvesse um novo nascer do Sol, se ficamos sozinhos ou em baixo, mesmo não tendo sido magoados, pisados ou gozados? Eu corro o risco, confio nas minhas decisões, que por acaso nem sempre me levam por caminhos fáceis, e sei que se não correr como espero, hão-de vir momentos melhores. Viver cheia de excentricidades, viver a amizade, o amor, a depressão, o aborrecimento, uma discussão, uma etapa nova, tudo ao mais alto nível. Dizem que quanto mais alto subirmos, maior é a queda. Mas, para mim, quanto maior for a queda, mais alto podemos subir. É por isso que não tenho medo nenhum...
PS: não conhecia Álvaro Campos, mas acabei por me identificar bastante com ele
Basicamente não estudei ponta de nada para o exame de português. Eu não sei sequer como estudar português. Apesar disso, tenho a certeza de que vou ter uma excelente nota. Não estou nada preocupada com isso. Tem sido sempre assim. Não é hoje que vou falhar.
Com grandes momentos, vêm grandes pessoas. E com elas vêm o beme o mal. E aqui é que se encontra o meu dilema. O que procuro desvendar é sem dúvida nenhuma se o mal que a pessoa carrega consigo é mais forte do que a parte boa, ou vice-versa. Será que é possível adormecer a parte má, ou fazê-la simplesmente desaparecer? Parece-me uma ideia bastante impossível. Quem me dera poder dizer que nunca gostei de ninguém. Assim, não levavam uma parte de mim sempre que me tentam quebrar. Apenas ia poder dizer que tinha curiosidade de saber o que é estar apaixonada. Mas ia saber que lá no fundo, ainda bem que ainda não tinham conseguido chegar até a mim. Porque sei que com um grande amor, acaba sempre por haver um coração partido.
Entraste tão depressa como saíste. Odeio-me por ter uma vida pela frente, aquela que devias ter. Tinhas tudo planeado. Acabaste com as minhas oportunidades e com os meus sonhos. O que não planeavas era que a minha vida ficasse arruinada apenas e só por não estares aqui.
Existem situações que me deixam abalada de tal maneira, que me sinto deslocada do mundo em que vivo. Existem realmente mães que são capazes que simular, provocar e inventar doenças nos filhos para obterem atenção da família e ainda mais atenção médica. Essas mães mostram-se preocupadas e dedicadas em frente aos médicos, têm um desejo ardente de atrair as atenções para si e são emocionalmente instáveis. Chegam até a matar o próprio filho se for preciso.
O que me choca, é que na terra em que vivo, uma mãe que é capaz de provocar danos psicológicos ou físicos nos próprios filhos, é visto como uma ocasião de profundo stress e não como uma doença mental. Estas pessoas não param, não hesitam e são bons/as actores/as perante pessoas de fora.
No meu caso, sou suficientemente forte psicologicamente para não dar ouvidos ao que a minha mãe me diz. Mas muitas crianças não o são. Tenho muita pena, mas os valores que me deste não me serviram para nada. Eu odeio a pessoa que és. Sou muito melhor que tu. Vou ser melhor mãe que tu.
Eu agradecia que esta imagem não fosse copiada, porque fui eu que a personalizei.
O símbolo perfeito que eu quereria ter marcado em mim durante o resto da vida seria a mão de Miriam. A mão de Miriam é usada contra o mau-olhado e como modo de protecção. Os cinco dedos da mão representam a luz, a saúde e a vitalidade. Os sete pontos alinhados nos lados simbolozam a perfeição, os sete dias da semana, as sete cores do arco íris, os sete selos do apocalipse, o sete dias da criação do mundo... Os três pontos que estão nos lados simbolizam a triandade, sexualidade do homem, três ciclos de vida, harmonia do universo.
Era uma vez uma menina. Andou constantemente aborrecida. Meia perdida. Sem noção do que há lá fora. E então o Sol veio, o Verão começou a dar os primeiros passos de bebé e renasceu, cheia de energia e apaixonada. O que é que ela vê agora que não via antes? Que o que é mau fica bem e se não fica, sai do pé dela, como pólos que se afastam, porque sabe que boas energias nunca irão combinar com as más. E recordou-se que nada é perfeito como a paixão. Vive nela, dorme nela e renasce nela.
Assusta-me o facto de não ter controle sobre a maioria das coisas. Ter alguma coisa atrás de mim, alguma força mesmo ao meu lado, que me segue, que nunca dorme, que me ouve por mais longe que esteja, atenta ao momento certo para me abater, põe-me noutra dimensão. Ainda mais quando é algo em que não se pode tocar e ver de modo a que estejamos em pé de igualdade. Não. Estamos mais vulneráveis do que um bebé recém nascido. Imagino que tenho sete dias para morrer. O que faço? Nunca mostro medo. Imagino há alguém que depende de mim. O que lhe faço? Arrisco a vida por ele.
Skipper, minha segunda casa, sem dúvida nenhuma passei a maior parte dos meus melhores momentos contigo. Já me aborreci e te amaldiçoei algumas vezes, mas nenhum amor é perfeito :)
Arrasaram completamente com a adolescência que tanto estimo. Nem a bebida me animou. Nem licor, nem cerveja, nem absinto. Estranho, porque me encontrava num sítio que considero a minha 3ª casa e ao mesmo tempo estava um ambiente extremamente propício para a diversão. A companhia não me agradou, nem a falta de energia, nem de ter o peso da fase adulta em cima de mim. Mandei meia dúzia de palavrões dirigidos a todas as pessoas e fui-me embora com a jura de que nunca mais iria sair sabendo que o aborrecimento iria tomar conta de mim.
*
Pena que nem tudo seja perfeito como nos meus livros
Eu preciso do Verão de volta, de ter a minha agenda cheia, de sair com pessoas perfeitas, de sentir o Sol a queimar a pele, de ter conversas como as de ontem, de rir de felicidade, de me livrar do secundário e das coisas complicadas sem sentido nenhum, de ser livre, de ser adolescente, de ser eu. Quero ter tudo à minha medida, desenhado de propósito para mim e directamente destinado a mim. E é o que vou ter. Continuo à espera.
Eu não queria ter feito 18 anos. 17 sempre foi o número perfeito, a idade magnifica pela qual andava à espera. Se me dessem oportunidade de viver sempre os meus 17, nem pestanejaria um segundo. Viveria para sempre nova sem o drama da responsabilidade e do mundo dos adultos.
O que não compreendes é que quando os teus dias forem maus e ainda piores, um atrás do outro, quando forem penosos e difíceis de se viver, eu levar-te-ei para um sítio muito melhor e dar-te-ei uma perspectiva mais sorridente, curar-te-ei algumas feridas, tantas quantas puder, até que te sintas melhor. Se me deixares.
Lembro-me na perfeição do primeiro dia em que realmente tivémos contacto físico. Lembro-me especialmente de te ver ao longe com umas calças de fato de treino pretas e uma t-shirt branca justa a te dirigires até a mim num passo natural. Sei que estava de coração apertado e a acelerar a cada passo que ficavas mais perto, na ânsia de chegar até a ti antes que te esfumasses como uma miragem no deserto. Apercebi-me nesse dia que estava bem marcada e que por muito mais que tentasse, iria sempre amar-te mais e preservar-te mais, como alguém que guarda uma memória, do que qualquer outro novo amor que viesse pela frente. Pode ser bastante horrível. Amor em excesso consegue-nos matar mais furtivamente do que uma bomba nuclear. E eu, na minha inocência e sonho de criança, amo-te mais do que o céu consegue alcançar e mais do que o brilho das estrelas.
Foi a última gota de água. Podía-vos descrever a minha viagem até ao mais ínfimo pormenor. Nunca vou tirar da minha mente o quão horrível e arrependida me sinto de todos os dias que trabalhei e de todos os dias que poupei para o que devia ser a “melhor viagem de todas”. Dizem que há sempre um lado bom na situação mais negra que possam imaginar, mas netas situção em particular não me recordo de nenhum. Onde estão as pessoas lindas que passeiam na rua frequentemente? Onde está a boa comida, os bons divertimentos e as maiores loucuras de adolescentes? Onde anda a beleza deste lugar? Não corremos riscos nenhuns com medo de irmos rápido demais ao ponto de tropeçarmos e caírmos, só que desta vez corri mais do que devia, caí, magoei-me e deparei-me com a dura realidade. Mas vou voltar a erguer-me e fazer o que sempre faço – passar por cima. Sinto falta de Lisboa. E continua à minha espera.
Green day
Boulevard of broken dreams
(porque ouvi green day a viagem toda no telemóvel do Marco)
Não creio que faças ideia da dimensão daquilo que eu sinto quando pego no telemóvel pra ouvir-te dizer como foi o teu dia ou sequer quando imagino que ficas comigo o tempo todo, ou mesmo das raras vezes que estivemos juntos. A verdade é que fico às voltas do estômago ao ponto de ficar mesmo mal-disposta. Dizem que se chamam borboletas. Bem, lamento pessoas mas as borboletas magoam!
Imagino-me claramente a chegar ao meu destino, ao nosso destino, a olhar à minha volta para ver se te vejo e quando te encontro, dirijo-me a ti e fico suficientemente perto para sentir o teu aroma. Toda a gente tem o seu. Fico apenas a olhar durante um bom bocado para não perder nenhum milésimo de segundo a olhar para o resto do mundo que naquele momento não me interessa. Imagino-te a pegares na minha mão e a olhar para mim como se eu fosse uma pessoa que tivesse sido aperfeiçoada com o tempo. Pergunto-me no que estarás a pensar. Pergunto-me se tens tendência a imaginar e idealizar como eu.
Conheci um rapaz. Nós falámos. Apaixonámo-nos. Foi épico. Depois acabou. E recomeçou. E acabou outra vez. Depois de algum tempo a realidade disse-me que não tinha acabado de todo , que tinha acabado de começar. Tudo o que sentia estava escondido. E volta sempre. Foste o primeiro. Não me esqueço disso.
É no mínimo desesperante ter alguém ao nosso lado que muda de ideias a cada instante conforme as circunstâncias. O que importa é aprender a viver com o que nos aparece e, mais importante, acreditar que o mundo está cheio de soluções e coisas boas pela frente. O resto é palhinha!
"I could tell you that i wont hurt you this time
but it's just safer to keep you in this heart of mine"
Há uma diferença enorme na tua mudança à medida que o tempo passou. Cá da pessoa tímida, que se importa, que está cá bem presente e de pés assentes algures numa nuvem que aparece de vez em quando num dia de Verão? Que estranho ver que és extremamente seguro, inteligente da maneira mais sedutoramente divertida, presente e distante ao mesmo tempo como quem tem de pensar em muitas coisas, e ao mesmo tempo prestar a máxima atenção a uma coisa só. Não sei porquê... Só achei estranho. Mas é bom ver que não te importas demasiado.
“Did I say I'm just a girl?
One kiss from you and I'm drunk up on your potion”
Um dia tão só.... Foi como se o meu corpo estivesse afundado num mar de angústia e desespero. O dia mais só da minha vida perdurará nos confins do pensamento e da dor moral, daqueles que por exelência me veneram. Este dia existiu, sentiu-se pelas barreiras de escuridão que me perseguiram durante a vida.
Todos aqueles que me rodeiam tornaram-nas maiores, mais profundas, mais escuras a cada passo que dava, exasperando-me,fazendo da minha infelicidade a felicidade de muitos.
Renasci para entrar numa era de felicidade primordial, contagiando de raiva e dor, todos aqueles que me atingiram de uma forma tão maléfica. O mal dos outros passou a ser a minha felicidade.
Vazio. Foi o que encontrei. Será que tive alguma satisfação em fazer mal aos que outrora me rogaram pragas ? Não. Mais uma vez caí no vazio.
Caí no chão que parecia não existir, magoei-me e voltei a erguer-me. Senti-me suja e desesperada. E se tudo tivesse sido diferente ? E se eu tivesse sido a pessoa que procuravas? Tudo perguntas para as quais nunca terei resposta.
Encontrei uma luz no meio da escuridão. Apercebi-me de que o amor é uma ponte lançada num mar de almas. Se te fores embora, eu irei contigo. Se morreres, eu morrerei contigo.
Não há beleza perfeita que não contenha algo de estranho nas suas proporções, mas tu, meu príncipe, meu amor, és a cópia perfeita de uma beleza perfeita e infinita.
É um mistério como uma pessoa pode estar fortemente ligada a outra que nunca viu ou tocou. Podem oferecer-me o mundo, prometer-me grandes luxos e confortos, uma vida eterna livre de preocupações e até os maiores males do mundo sem sofrer castigo, mas continuo a ser eu, fiel, irrefutavelmente fiel, a ti, que estás longe e que um dia passarás por mim, dar-te-ei o mais sincero sorriso e aí saberei que encontrei o que me faltava.
Tentam mexer com a minha cabeça e manter-me na mesma gaiola de sempre. Não vou cair, não vou esconder-me; vou manter-me livre como um passarinho e pôr as vossas cabeças deambulantes a andar por caminhos desconhecidos coma ajuda dos meus grandes olhos verdes. E não há escapatória.
Estou ligada constantemente ao sobrenatural. Persegue-me. Apenas me assusto com o que não consigo ver nem tocar. O amor é sobrenatural, a felicidade é sobrenatural, a paixão é sobrenatural, o ódio é sobrenatural, as forças de atracção, boas energias, más energias... Não existe meio termo. São tsumanis de lágrimas, terramotos de raiva, sismos de tristeza e confusão, vento forte de aborrecimento puro, derrocadas de desilusão, glaciares de vazio em contraste com borboletas de paixão, amor ardente, praias de auto-estima, sol brilhante de felicidade, de confiança que permanecem a toda a hora comigo como um amuleto que assegura a minha in ou felicidade. Tudo tem o seu toque de magia. Não quer dizer que não me leve à exaustão.
Não é de todo mentira que a paixão é uma droga pesada que quando misturada nos dá alucinações do além. Experimenta uma só vez. Não vais querer apenas mais. Vais querer todos os dias, a cada milésimo de segundo numa quantidade excessiva cada vez maior.
- Ouve, gosto dele. É inteligente, agressivo, o meu braço direito. Podia levar a empresa Parish & Comunications ao século XXI.
- E o que há de errando com isso? – perguntou ela com alguma confusão envidraçada no rosto.
- Para mim nada. Estou falando de ti. Não é sobre o que dizes sobre o Drew, é sobre o que não dizes. – falou o lado paternal e perocupado do pai.
- Se calhar não me andas ouvindo.
- Oh sim, escuto. Não há uma gota de emoção, nem o mínimo entusiasmo. Mostram a paixão de dois pinguins. Quero ver-te arrebatada, flutuar, cantar extasiada, dançar como um dervixe.
- Só isso? – respondeu ela com alguma surpresa e satisfação perante aquele pedido invulgar do pai.
- Sim. Sê delirantemente feliz ou predisposta a ser.
- Ser delirantemente feliz. Vou fazer o meu melhor.
- Sei que parece pieguice, mas amor é paixão, obcessão por alguém sem o qual não se pode viver. Atira-te de cabeça. Ama alguém que te corresponda de volta. Como vais encontrá-lo? Bem, esquece a cabeça e segue o coração. Eu não estou ouvindo nenhum coração. A verdade é que sem isso a vida não faz sentido. Terminar a longa jornada sem nos termos apaixonado profundamente... Bem, seria como nunca ter vivido. Tens de tentar, porque se não tentares, então não viveste.
- Ok, desculpa. Podes dizer-me de novo? Mas desta vez a parte mais curta.
- Mantém-te de mente aberta. Quem sabe? O céu pode-se abrir.
Eu imagino que sinto o que não sinto e que acabo por sentir porque imaginei que sentia sentimentos reais que não eram sentidos pelo coração, mas sentidos no intelecto através do fingimento de sentimentos que não são meus, mas da minha cabeça capaz de criar sentimentos falsos que afinal são sentidos, o que faz com que não seja mentirosa quando digo que sinto.
O sentimento que se encontra mais patente em mim é o de alívio. Era mesmo o que estava a precisar - que 2010 acabasse depressa e começasse 2011 com pilhas novas. Foi defenitivamente a melhor passagem de ano de sempre...
Pergunto-me imensas vezes se terei nascido no mundo certo. Eu vivo a tentar reparar os danos que as outras pessoas fazem e as desgraças que acontecem à minha volta com tanta facilidade como a chuva cai do céu. É pedir muito que receba alguma atenção e agradecimento sem que logo depois me atirem à cara que não sou o suficiente? Onde é que ficam os meus erros no meio disto tudo? Quem é que os vai reparar por mim? Quem é que me vai reparar a mim depois de ver mais mal nas pessoas que bem? É cansativo analisar as situações, é complicado ter de ler a mente das pessoas, é difícil saciar o que é quase insaciável. Vou crescer assim, a analisar, a perceber o porquê e a repor as peças que faltam. O problema é que aquilo que consegue perceber tudo, como um artista que capta emoções, vem e vai depressa. É mais descartável do aquilo que penso. E afinal, o que é que querem de mim?
Os ricos vão sempre se juntar com ricos, inteligentes com inteligentes, pobres com pobres, burros com burros, tolos com tolos, futeis com futeis, falsos com falsos, pobres de espírito com pobres de espírito... Enfim, uma montanha de possibilidades aguarda. Ainda ontem quando saía da escola, ouvi um rapaz do 9ºano a dizer que o facebook tinha mudado completamente a cadeia alimentar. Esforcei-me p'ra não me desatar a rir. E vejam só...pura verdade! E como já disse, não se mistura água com azeite, por isso o que não presta vai ficar sempre com o que não presta. Afinal de contas o facebook também junta os pares ideais.
Costumava gostar imenso dos teus olhos. Eram cor de mel, não amarelos, não verdes, mas num dourado que brilhava especialmente à luz do Sol ou quando ficavas com a felicidade estampada na cara. Mas como tudo o que é doce acaba, o mel não foi excepção.
Há quem veja as coisas por dentro, há quem perceba o que a maioria não vê, como um artista que cria uma obra primordial descarregando emoções ou como uma criança que cria amigos imaginários e perfeitos no seu conteúdo. Por outro lado, há quem dê valor ao que está fora da substância, como quem analiza o valor de cada coisa e lhe atribui o valor apropriado. Pelo que experimentei, ficaria com quem prefere o espírito. Mas se pudesse pensar duas vezes, ficar com quem consegue perceber a que está fora, seria algo igualmente bom. Já é tempo de queimar este capítulo turbulento e voltar a escrever um novo, desta vez com um aspecto mais saudável e com muito menos erros pelo meio. A inocência não dura sempre e a minha foi esmagada num ápice. Só tenho de a voltar a restaurar.
Oh meus amigos eu sou claramente daquelas pessoas que não vai atrás de quem não vale a pena ou de quem não merece. Quando passei o pior dia da minha vida por causa do Wilson, eu não andei atrás dele! Quando o Sérgio me virou as costas porque não aguentava pouca coisa, eu não andei porra nenhuma atrás dele!! Nem sequer atrás do André Paulo andei... E ia andar atrás de uma coisa que se passou no Verão sem significado nenhum? HAHAHA Ia andar atrás de alguém de quem não gostei?! HAHAHA Ia andar atrás de alguém que me disse porras horríveis? HAHAHAYeah, right... Eu nunca tal tinha estado envolvida num rumor, NUNCA! E agora, para quem lançou o meu primeiro rumor um grande FUCK YOU nessa cara.
*p'ra quem não merece levar com o meu mau humor, desculpem a linguagem....